O Tempo e o Vento, é baseado na maior obra do escritor Erico
Verissimo. O filme conta a história da família Terra Cambará e de sua
principal opositora, a família Amaral, durante 150 anos, começando nas
Missões até o final do século XIX. Sob o ponto de vista da luta entre
essas duas famílias, são retratadas a formação do Rio Grande do Sul, a
povoação do território brasileiro e a demarcação de suas fronteiras,
forjada a ferro e espada pelas lutas entre as coroas portuguesa e
espanhola. É uma profunda discussão sobre o significado da existência, da resistência humana diante das guerras.
Prof.° Elisonaldo Câmara

- História em Foco
- Mossoró/Guamaré / Pedro Avelino, Rio Grande do Norte, Brazil
- Graduado em História pela UERN, Especialista em Geo-História, professor do município de Guamaré e do Estado do Rio Grande do Norte.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Mossoró resistiu ao bando de Lampião.
Por: Elisonaldo Câmara.
Mossoró
é conhecida como a única cidade do Nordeste a expulsar Lampião com o seu bando
sem a ajuda das forças militares e unicamente com a coragem e a participação do
povo da cidade que se armaram e abateu um dos mais importantes bandos do
cangaço do Nordeste, a
cidade era uma das mais prósperas cidades do Rio Grande do Norte. O coronel
Rodolfo Fernandes, o prefeito, já havia alertado, nos últimos dias, sobre o
perigo do ataque do rei do cangaço ao município, Lampião tinha 53 cangaceiros
no seu bando. Não imaginava, porém, que iria enfrentar pelo menos 150 homens
armados na defesa da cidade.
Dia 13 de junho de 1927, após dizer não a Lampião, que cobrou
400 contos de reis para não invadir a
cidade, começava um tiroteio entre moradores da cidade e os cangaceiros, que se
dividiram em 03, forçando a cidade a levantar várias trincheiras, sendo as
principais: a Estação Ferroviária, hoje uma casa de cultura; a sede da
prefeitura, hoje Palácio da Resistência e a trincheira no Campanário da Capela
de São Vicente de Paula, que Lampião denominou de “ Igreja da Bunda Redonda” .
No ataque, o bando perdeu importantes cabras,
outros foram capturados e presos, Colchete teve parte do crânio esfacelado por
balas, e Jararaca, depois de capturado, foi praticamente enterrado vivo. Em menos de uma hora após o início da luta, o
capitão do sertão como era conhecido, sentiu que dominar a cidade seria praticamente
impossível. Ordenou então a retirada da tropa, para evitar a perda de mais
homens e não manchar ainda mais sua reputação. Deveria ter pensado duas vezes antes de
tentar invadir e ser expulso de forma humilhante, assim historicamente a cidade
ligou seu nome ao famoso personagem Virgulino Ferreira da Silva, Lampião, a
exemplo de Juazeiro do Norte, que jamais ousou invadir, pois temia Padre Cícero
com seu poder religioso e político.
O
mito do Lampião invencível caíra por terra, o que reanimou a força policial,
que passou a enfrentar o rei do cangaço com menos temor. Era o começo do
declínio da carreira de Virgulino. Por causa do desastre no Rio Grande do
Norte, as deserções no grupo foram consideráveis. Mossoró, cidade conhecida por
marcas pioneiras (como quando foi o primeiro município brasileiro a admitir o
voto feminino, em 1934), passaria também à história por esse acontecimento que
assombrou todo o Nordeste. Até hoje, os filhos daquela terra se orgulham do
feito de braveza ao contar que seus antepassados “botaram Lampião para correr”.
Os inimigos do cangaceiro, entretanto, ainda teriam que esperar mais 11 anos
pela morte do capitão, assassinado somente em 1938, na chacina da gruta de
Angicos, em Sergipe.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Aula de campo-passeio: a cidade de Mossoró.
Ontem 17/09, realizamos
uma aula de campo-passeio com destino à cidade de Mossoró-RN, com os alunos do
9º ano da Escola Maria Madalena da Silva Guamaré- RN, com a colaboração e
organização dos Professores Elisonaldo Câmara, Aldemir Targinoa,Sérgio Paiva, Cícero Moura e
Cintia Félix. Visitamos o Museu Lauro da Escóssia com rico acervo de
antiguidades da região, história de luta dos mossoroense em busca da liberdade
fez uma parada para o almoço no restaurante Pimenta degustando a culinária de pratos típicos da região. Continuamos a
aula visitando o Memorial da Resistência, que aborda a trajetória do movimento social
do cangaço e a brava luta dos mossoroense em combater o bando de Lampião que
ameaçava invadir a cidade, visitamos a igreja de São Vicente local de adoração
de fieis e serviu de base das milícias de resistência ao bando dos cangaceiros. As 14:00 horas
visitamos o Teatro Municipal Dix- Huit
Rosado, com uma arquitetura belíssima local de tradicionais espetáculos artísticos
do Estado, o produtor artístico Chiquinho fez uma explanação sobre a importância
da arte na construção da cidadania e da vida pessoal de cada pessoa. Depois
fomos visitar a Estação das Artes ‘’Eliseu Ventania’’, mas infelizmente estava
fechada para visitação ao público devido
a reforma do prédio. Fomos visitar o Mossoró West shopping, local de lazer e entretenimento da sociedade. Às 17: 30
finalizamos a aula-passeio com o retorno a baixa do meio, Guamaré. Quero em
nome de todos agradecer, ao Diretor da escola André Bertoldo, que de forma
incansável contribuiu para a realização desta aula, aos alunos do 9º ano que se
comportaram de forma educada e responsável, a Francinaldo e Marlete Honorato que
ajudaram na organização, ao motorista do ônibus Fernando que de forma simples
soube atender as nossas diretrizes, aos meus colegas professores que ajudaram
na organização e no cuidado com os alunos. Um cordial abraço Profº Elisonaldo Cristian
Câmara.
Luciano Henrique,dormiu nos ombros de Lampião. |
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Teatro Dix -Huit Rosado. |
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Produtor Cultural Chiquinho falando aos alunos. |
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Apreciando uma pizza no Shopping. |
Memorial da Resistência. |
Presidente Getúlio Vargas em visita a Mossoró. |
No Restaurante Pimenta. |
Profº Maria de Fátima Almeida,guia do Museu. |
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Bandeiras e Brasões.
O Pentagrama surgiu entre os Sumérios em 3.000 a.C, com um significado astrológico, no Século V a.C, os discípulos de Pitágoras o adotaram como símbolo místico, representando os quatros elementos((terra,fogo,ar e água) mais o espírito.Em cada ponta, aparecia uma letra do nome da deusa da saúde, Hígia. Na Idade Média, cristão europeus passaram a usá-lo como, representando as cincos chagas de Cristo. Na Renascença, o alquimista Cornellius Agrippa, resgatou o significado original dos cincos elementos.
sábado, 7 de setembro de 2013
Independência do Brasil ou Dependência do Brasil?
Por: Elisonaldo Câmara
Hoje é mais um feriado ou uma data para comemorarmos? essa data marcou a história do Brasil, o 07 de setembro de 1822 está data marca a independência do Brasil de sua Metrópole Portugal, é mais um feriado nacional, uma grande parte da população brasileira não sabe o significado histórico dessa data,significa o dia maior do nosso pais,que conduzido pelo príncipe regente D. Pedro rompeu os laços políticos e colonialista de sua antiga Metrópole Portugal para se tornar uma nação livre e soberana.Apesar de não ter sido conquistado de forma ideal, mas serviu pelo menos como ruptura dos laços coloniais e deixou grandes contribuições a nova pátria.Nós brasileiros como um todo devemos trabalhar para construirmos um sentimento nacionalista e patriótico em relação a data mais importante para o Brasil.Pois ainda temos muitas questões para serem resolvidas no nosso país,muitos direitos a serem alcançados na sua plenitude, deveres a serem cumprimos na sua integridade, precisamos de políticas´públicas e não de partidária,desejamos que os poderes na nação trabalhem de forma independente e harmônica .Ao longo da história Observamos que o Brasil mudou de dono assumiu dividas de Portugal em nome da liberdade, mas dependência da Inglaterra e com o passar do tempo foi sofrendo influencias culturais da França, e no século XX após o grande avanço dos Estados Unidos, o Brasil passou a ser dependente de avanços industriais americanos.
Podemos concluir de que o Brasil sempre fornecedor de matérias primas para o estrangeiro e pouco fez para produzir uma educação para a produção de tecnologia nacional, ou seja, o Brasil mudou de dependência e não pediu a independência até os dias de hoje.
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Mitologia: Narciso
Por: Elisonaldo Câmara.
Narciso era filho de um rio e de uma ninfa. Era tão belo
que o adivinho Tirésias profetizou que ele viveria longamente, mas apenas se
jamais conhecesse o próprio rosto, durante muito tempo ele não soube qual sua aparência.
Tornou-se um jovem belíssimo e todas as mulheres se apaixonavam por ele, fossem
ninfas ou mortais. Umas dessas apaixonadas foi Eco, ninfa das montanhas, uns
dizem que ela fazia parte do séquito de Ártemis, outros afirmam que era membro
do cortejo de Hera. Mas ambas dizem que Eco falava muito, e com sua conversa distraia
a deusa enquanto seu marido Zeus, cortejava outras ninfas. Descobrindo isso,
Hera puniu a atrevida, tirando-lhe a fala. A ninfa Eco viu Narciso nas matas e
se apaixonou-se por ele, mas não tinha voz para declarar-se ao rapaz, e ele a
desprezou, desiludida, se embrenhou nas
matas e se deixou definhar até morrer, sua voz permaneceu na natureza.
Narciso desdenhou o amor de tantas moças que a deusa
Nêmesis resolveu castiga-lo, fazendo que ele sofresse como fizera sofrer e sem
nunca obter o ser amado. A deusa da vingança fez com que, num dia de calor ele
encontrasse uma fonte de água cristalina, inclinou-se para beber água e, pela
primeira vez, viu se reflexo, quando conheceu seu rosto, apaixonou-se pela
própria imagem e deixou-se ficar ali, á beira da fonte, sem poder afastar-se do
ser amado – e sem nunca poder possuí-lo ... morreu junto á fonte, mas seu corpo
não foi encontrado, em seu lugar foi vista uma estranha flor amarela com pétalas
brancas, á qual foi dado o nome do infeliz rapaz.
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