Prof.° Elisonaldo Câmara

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Mossoró/Guamaré / Pedro Avelino, Rio Grande do Norte, Brazil
Graduado em História pela UERN, Especialista em Geo-História, professor do município de Guamaré e do Estado do Rio Grande do Norte.

terça-feira, 14 de abril de 2026

REVOLTAS SOCIAIS DA REPÚBLICA OLIGÁRQUICA.

 

Durante muito tempo, a história tradicional fez vista grossa para a opressão e a miséria que vitimava o povo. Quando ficou impossível ocultar a exploração, criaram mentiras sobre o caráter brasileiro. Mentira segundo a qual somos tontos e conformados com a vida subdesenvolvida que levamos. Mas as revoltas político-sociais mostravam claramente que não somos tão pacíficos e cordeiros como a velha história quer mostrar.

 

A Revolta de Canudos (1893 – 1897)

No governo de Prudente de Morais eclodiu um grande movimento de revolta social entre os humildes sertanejos baianos. O líder dos sertanejos era Antônio Vicente Mendes Maciel, mais conhecido como Antônio Conselheiro. Esse homem, senhor de fervorosa religiosidade, foi considerado missionário de Deus pela vasta legião de sertanejos que, desiludidos das autoridades constituídas escutavam suas pregações político – religiosas. Não compreendendo certas mudanças surgidas com a republica, Antônio Conselheiro declarava-se, por exemplo, contra o casamento civil e por isso foi identificado como um fanático religioso e monarquista.

 

Revoltas Messiânicas, A fé popular e a luta contra a opressão.

O termo messianismo é usado para designar os movimentos sociais em que milhares de sertanejos fundaram importantes comunidades comandadas por um líder religioso e a ele era atribuído qualidades como o dom de fazer milagres, realizar curas e profetizar acontecimentos. O messianismo desenvolveu-se em áreas rurais pobres que reagiram a miséria. Seus componentes Básicos eram: a religiosidade do sertanejo e seu sentimento de revolta contra a miséria, a opressão e as injustiças das republicas dos coronéis.

A Luta Possível.

Muita coisa divulgou-se sobre Antônio Conselheiro e sua gente, diziam que eram loucos monar- quistas e comunistas. Durante muito tempo esconderam a verdade e o motivo que unia os sertanejos em canudos: a vontade de escapar da fome e da violência do sertão. Conseguindo reunir um grande número de seguidores, Antônio Conselheiro estabeleceu em canudos, um velho arraial no sertão baiano. Em pouco tempo canudos era uma das cidades mais povoadas da Bahia.

Eles viviam num sistema comunitário, em que as colheitas, rebanhos e os frutos eram repartidos entre todos. Ninguém possuía nenhuma propriedade, pois os únicos bens era a roupa, moveis etc. Com isso fazendeiros começaram a temer o poder de Antônio Conselheiro e exigiram do governo estadual que acabasse com o arraial de Canudos. Nisso travou-se grandes batalhas até que um dia, organizou-se um exército de 7 mil homens, que destruiu Canudos completamente e toda população sertaneja morreu defendendo sua comunidade.

Cangaço: Revolta e Violência no Nordeste.

cangaço foi um movimento caracterizado como banditismo social que vigorou entre as últimas décadas do século XIX e a primeira metade do século XX pelas áreas do sertão nordestino brasileiro. A figura do cangaceiro é caracterizada pelo sertanejo sempre em trânsito, com vida seminômade, vivendo em bando e vestindo roupas de couro curtido, armado com rifles, facas (peixeiras) e punhais. Esse tipo de sertanejo carregava consigo as tralhas de que necessitava todas afiveladas em seu tronco. Por isso, o nome “cangaço”, atribuído a essa forma de levar pertences e mantimentos. Para alguns pesquisadores, ele foi uma forma pura e simples de banditismo e criminalidade. Para outros foi uma forma de banditismo social, isto é, uma forma de revolta reconhecida como algo legítimo pelas pessoas que vivem em condições semelhantes. Motivos para o acontecimento do cangaço:

Miséria, fome, seca e injustiças dos coronéis-fazendeiros produziram no semiárido do Nordeste um cenário favorável à formatação de grupos armados conhecidos como cangaceiros. Os cangaceiros praticavam crimes, assaltavam fazendas e matavam pessoas. Os dois mais importantes bandos do cangaço foi o de Antônio Silvino e o de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, o “Rei do Cangaço”. Depois que a polícia massacrou o “bando de Lampião”, em 1938, o cangaço praticamente desapareceu do Nordeste.

A Guerra do Contestado (1912 – 1916).

Além de canudos, outro grande movimento messiânico ocorreu na fronteira entre o Paraná e Santa Catarina. Nessa região era muito grande o número de sertanejos sem – terra e famintos que viviam sob dura exploração dos fazendeiros e duas empresas norte-americanas que ali atuavam. Os sertanejos do Contestados se organizaram e era liderado por João Maria, Logo após sua morte outro monge, conhecido como José Maria (seu nome verdadeiro era Miguel Lucema Boa Ventura ).José Maria reuniu mais de 20 mil sertanejos e fundaram alguns povoados chamados “Monarquia Celeste” , como em Canudos , os sertanejos do Contestados foram violentamente perseguidos e expulsos das terras que ocupavam . Em novembro de 1912, o monge José Maria Foi morto e seus seguidores tentaram resistir e foram arrasados por tropas de 7 mil homens armados de canhões, metralhadoras e até aviões de combate.

A Revolta da Vacina (1904), A fúria popular explode nas ruas do Rio de Janeiro.

No Governo do Presidente Rodrigues Alves (1902 – 1906), o Rio de Janeiro, capital da republica, já era uma cidade com graves problemas urbanos e sociais: pobreza, desemprego, lixo, muitos ratos e mosquitos transmissores de doenças. Muitas pessoas morriam em consequência de epidemias como febre amarela, peste bubônica e varíola. O governo decidiu modernizar a cidade e tomar medidas drásticas contra as epidemias, derrubou cortiços, casebres e a população dali foram expulsos, Depois disso, o Prefeito Pereira Passos iniciou as obras de modernização da cidade. Para combater as epidemias teve o conselho do sanitarista Osvaldo Cruz que organizou um exército de funcionários da saúde e começou a destruir focos de ratos e mosquitos.

Osvaldo Cruz convenceu o presidente a decretar uma lei de vacinação obrigatória contra a varíola, o que gerou a revolta da população que diziam ser uma falta de vergonha as mulheres a se vacinar, pois achavam que as vacinas eram aplicadas nas partes intimas das mulheres. O resultado de tanta reação foi uma revolta popular que explodiu pelas ruas do Rio de Janeiro, que o governo conseguiu controlar com tropas do corpo de bombeiros e a cavalaria.

 

A Revolta da Chibata ( 1910 ), Os marinheiros sob o comando do Almirante Negro.

No final do governo do presidente Nilo Peçanha, estourou uma revolta de 2 mil marujos da marinha brasileira liderada pelo marinheiro João Cândido. Primeiramente, os revoltosos tomaram o comando do navio Minas Gerais, matando na luta o comandante e três oficiais que resistiram. Depois, assumiram o controle dos navios São Paulo, Bahia e Deodoro em seguida apontaram os canhões para a cidade do Rio de Janeiro e enviaram um comunicado ao presidente explicando as razões da revolta.

Queriam mudanças no código de disciplina da marinha, que punia as faltas graves com 25 Chibatadas. O governo cedeu e aprovou um projeto que acabava com as chibatadas e anistiava os revoltosos, mas o governo não cumpriu a promessa, esquecendo a anistia, decretou a expulsão de vários marinheiros e a prisão de alguns lideres. João Cândido foi preso, julgado e absolvido em 1912. Passou para a história como o Almirante Negro que acabou com as chibatadas na marinha do Brasil.

O Tenentismo A rebelião dos jovens militares.

No inicio da década de 1920, crescia o descontentamento social contra o sistema oligárquico que dominava a política brasileira.
Esse descontentamento partiu da população dos grandes centros urbanos, que não estava diretamente sujeitas às pressões dos “coronéis”. O clima de revolta atingiu as forças armadas, difundindo – se, sobretudo entre os tenentes. Surgiu então, o tenentismo, um movimento político – militar que pela luta armada, pretendia conquistar o poder e fazer reformas na sociedade.

Os tenentes pregavam a moralização da administração publica o fim da corrupção eleitoral o fim do voto aberto e queriam uma reforma na educação, para que o ensino fosse para todos os brasileiros. Eles conseguiram a simpatia da classe média e do proletariado, mas não da classe operária, que para eles estabelecia a verdadeira posição entre exploradores e explorados.

 

 

 

A Revolta do Forte de Copacabana (1922 ).

A primeira revolta tenentista eclodiu no dia 5 de julho de 1922 e foi liderada por 18 tenentes, que reunindo uma tropa de 300 homens, decidiram agir contra o governo e impedir a posse do presidente Artur Bernardes. Mas a revolta não teve êxito com uma tropa superior a deles o governo acabou ganhando a batalha e dessa luta apenas dois rebeldes escaparam com vida: Eduardo Gomes e Siqueira Campos.

A Revolta de ( 1924 ).

Fracassada a revolta do Forte de Copacabana, Artur Bernardes tomou posse da presidência. Teve porem que enfrentar, dois anos depois, uma nova revolta tenentista. A revolta liderada pelo General Isidoro Dias Lopes, Pelo tenente Juarez Távora e por políticos, como Nilo Peçanha, eclodiu em São Paulo, Também no dia 5 de Julho. Com uma tropa de aproximadamente 1000 Homens os revolucionários ocuparam lugares estratégicos da cidade de São Paulo. Durante a ocupação, diversas batalhas foram travadas entre os rebeldes e as tropas do governo.

O governo paulista fugiu da capital, indo para outro lugar próximo, onde recebeu ajuda do Rio de Janeiro e preparou uma violenta ofensiva contra os rebeldes, percebendo que não tinha mais como resistir, o General Isidoro Dias Lopes, decidiu abandonar a cidade. Com uma numerosa e bem armada tropa, formou a Coluna Paulista, que tinha como objetivo continuar a luta contra o governo, levando a revolução para outros Estados do Brasil. A revolta do Forte de Copacabana, a Revolução de 1924, não produziram efeitos imediatos na estrutura política Brasileira, Contudo, conseguiram manter a chamada revolta contra o jugo das Oligarquias.

terça-feira, 7 de abril de 2026

A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL (1914 – 1918).

 

As unificações da Itália (com Conde Cavour e a formação de uma Monarquia Parlamentar em 1870) e da _______________ (com Bismark e a formação do II Reich em 1871) geraram um sentimento de nacionalismo nos povos europeus e desequilibraram as forças econômicas existentes na Europa no século XIX. 

Depois de fazer sua unificação, a Alemanha já era o principal concorrente industrial da Inglaterra e isso gerou uma tensão entre os dois países na disputa por mercados ________________.

Além disso, antes da unificação, houve a Guerra Franco-Prussiana, na qual a França (através do Tratado de Frankfurt) perdeu a região da Alsácia-Lorena (rica em minério de ferro) para a Alemanha. Isso gerou nos franceses a ideia de uma revanche (__________________ francês).  Com esses desconfortos entre os países, foram se desenvolvendo os sistemas de _____________ entre eles. De um lado formou-se a Tríplice Aliança (com a Alemanha, o Império Austro-Húngaro e a Itália) e de outro, a Tríplice Entente (com a Grã-Bretanha, a França e a Rússia).

O Imperialismo do século XIX gerou severas disputas entre as potências europeias por mercados consumidores e por matérias-primas (principalmente entre a Inglaterra e a Alemanha). Essas disputas foram se acentuando nos anos que antecederam a Primeira Guerra Mundial e foram corroboradas por esse sistema de alianças formado entre as ____________________.

Outro fator, que contribuiu para a Rússia entrar em uma dessas alianças foi o pan-eslavismo, pelo qual a Rússia queria reunir todos os povos de origem _______________ sob o seu comando. Porém, a Sérvia tinha a mesma pretensão.

Neste contexto de tensões, o arquiduque ________________ Ferdinando, herdeiro do trono austríaco foi ____________________. A partir daí as declarações de guerra começaram e, pelo sistema de alianças, grande parte da ________________ se envolveu na Primeira Guerra Mundial.

Porém, as alianças sofreram algumas mudanças ao longo da guerra. No início da Primeira Guerra, a Tríplice Aliança passou a ser composta pela Alemanha, pelo Império Austro-húngaro e pelo Império Otomano ao passo que a Tríplice ________________ manteve sua formação, com a Grã-Bretanha, com a França e com a Rússia, e incluiu o apoio da Itália (que mudou de lado devido à promessa dos países da Tríplice Entente de concessões territoriais).

 BANCO:  ESLAVA – EUROPA – FRANCISCO – POTÊNCIAS – CONSUMIDORES - ALEMANHA – ALIANÇAS – ENTENTE – REVANCHISMO - ASSASSINADO

 

 

 

 

 

A Primeira Guerra Mundial foi dividida em três fases. 

A primeira fase se deu em 1914 na qual os países movimentavam seus exércitos a fim de elaborar suas estratégias. Nesta fase a Alemanha invadiu a ____________ para depois invadir a França (Plano Schliffen). Foram, os alemães, impedidos de chegar a Paris na Batalha do Marne.

A segunda fase foi de 1914 a 1917 e caracterizou a Primeira Guerra: foi a famosa guerra de _____________. Com isso os exércitos iam marcando suas posições. Foi também nesta fase que foram usadas algumas inovações bélicas (_________________, submarinos e aviões, por exemplo). 

A terceira fase foi de 1917 a 1918. Nesta fase, a Tríplice __________ foi modificada novamente. Os Estados Unidos entraram para tentar salvar seus investimentos na Europa e a Rússia saiu para fazer uma revolução interna no país. 

Com o fim da Primeira Guerra Mundial formou-se a Liga das _____________ que visava garantir a _________ mundial, mas não obteve êxito.

O Tratado de ______________ foi imposto à Alemanha. Entre outras coisas, ele estipulava uma indenização a ser paga pela Alemanha aos países vencedores da guerra e decretava que a Alemanha não podia se preparar militarmente. Isso gerou o revanchismo alemão, que foi evidenciado na Segunda Guerra __________ (1939 – 1945). 

Com o fim da Primeira ___________ Mundial, o mapa europeu sofreu alterações. Formou-se uma espécie de “corredor” separando a Europa Ocidental daquilo que, mais tarde, seria a URSS (União das Repúblicas Socialistas ____________ , criada em 1922).  

 

BANCO: METRALHADORAS – NAÇÕES – PAZ – GUERRA – TRINCHEIRAS – SOVIÉTICAS – ENTENTE – BÉLGICA – MUNDIAL - VERSALHES

 

terça-feira, 31 de março de 2026

O REGIME AUTORIOTÁRIO NO BRASIL (1964- 1985).

 




A crise política Brasileira agravou-se em 1961 quando João Goulart assumiu a presidência, logo após a renúncia do então presidente Jânio Quadros. Os setores conservadores aliados aos militares deram início a uma campanha desestabilização do governo, pois não concordavam com as medidas propostas pelo presidente conhecido como reformas de base: Reforma Agrária, Reforma Urbana, Reforma Bancária. Reforma Eleitoral e Reforma Educacional. O GOLPE MILIATR: Em 31 de março de 1964, um golpe militar derrubou João Goulart, a partir de então os militares passaram a governar o país quebrando a normalidade democrática e institucional do país. CONSTRUINDO A DITADURA: Em Abril de 1964, foi editado o Ato institucional nº 1, pelos comandantes do exército, marinha e aeronáutica; Nomeação do General Humberto de Alencar Castelo Branco para a presidência do Brasil; As constituições federais e estaduais em vigor seriam mantidas; A eleição do presidente e vice-presidente da república passaria a ser efetuada pelo congresso nacional; O presidente poderia remeter ao congresso nacional sugestões para alteração da constituição; Os comandantes das forças armadas, poderiam suspender direitos políticos por um prazo de 10 anos e anular mandatos legislativos.

O GOVERNO CASTELO BRANCO (1964-1967)  

         Ao assumir a presidência afirmavam que seu objetivo era implantar uma ”DEMOCRACIA RESTRINGIDA”, atuar na reformulação da economia e política do estado, com o propósito de “COMBATER O COMUNISMO” e promover a consolidação da democracia. As principais medidas foram:

·        Serviço nacional de informação (SNI): supervisionar e coordenar as atividades de informação e contra-informação.

·        Ato institucional nº 2: o decreto colocava fim a todos os partidos existentes e autorizava a formação de apenas duas legendas a Arena e o MDB.

·        Programa de ação econômica do governo (PAEG): abertura para o exterior, alta na balança comercial, redução dos gastos públicos linha de crédito para o setor privado.

·        Fundo de garantia do tempo de serviço (FGTS): extinguiu a estabilidade no emprego.

·        Ato institucional nº3: estabeleceu eleições indiretas para governadores e prefeitos das capitais.

·        Ato institucional nº4: surgimento de uma nova constituição 1967 (lei de imprensa-lei de segurança nacional).

ARTHUR DA COSTA E SILVA (1967-1969)

         O novo presidente fazia parte “LINHA DURA” do exército e era defensor do nacionalismo. A insatisfação dos trabalhadores foi um dos pontos dificultosos enfrentados, pois a política deflacionária praticada pelo governo anterior ocasionara a diminuição dos salários e o aumento do desemprego.

·        Aumento da linha de crédito bancário para o setor privado.

·        Conselho interministerial (CIP): controle dos preços previa punições para os empresários que menosprezassem as instruções do governo.

·        Fixação dos valores dos salários do setor público e privado.

·        Ato institucional nº5: delegou ao presidente fechar o congresso nacional, as assembléias estaduais e municipais, caçar mandatos, suspender direitos políticos por 10 anos, demitir, remover ou aposentar funcionários públicos e juízes, DECRETAR ESTADOS DE SITIO e confiscar bens como punição por corrupção, suspender HABEAS CORPUS. Criação do DOPS

EMILIO GARRASTAZÚ MÉDICI (1969-1974)

No início da década de 70, o Brasil vivia o período mais duro e violento da ditadura militar, a censura, a tortura e aos assassinatos tornaram-se comuns dentro dos presídios, a explosão da guerrilha urbana e rural, o governo Médici destacou-se por ter sido o mais repressivo.

·        O milagre econômico: sustentou-se sobre três pilares básicos: o arrocho salarial, os empréstimos externos e a repressão política.

·        Grandes obras públicas: ponte Rio Niterói, hidroelétrica de Itaipu, rodovia transamazônica.

·        DOI-CODI: órgãos de repressão.

·        Criação do INCRA.

·        Criação do MOBRAL.

·        PIS: plano de integração social.

ESNESTO GEISEL (1974-1979)

         O sucessor do presidente Médici foi outro general, indicado pelo alto comando militar e aprovado pela ARENA, o general Ernesto Geisel, que integravam um grupo de oficiais militares favoráveis á devolução gradual do poder aos civis. Conforme suas palavras “um processo gradual, lento e seguro”. Geisel assumiu o poder num país descontente com o regime político, assolado pelas dificuldades econômicas e a beira de uma crise social.

·        Eleições livres para o congresso: ampla vitória as forças da oposição.

·        Pacote de Abril (1977): fechou o congresso nacional, reforma do sistema judiciário alteração na legislação eleitoral, o mandato presidencial aumentou se 5 para 6 anos, um terço das vagas do senado foram concedidas aos “ senadores biônicos”.

·        II plano nacional de desenvolvimento: retomada do crescimento econômico por meio da expansão da indústria de base, setores de mineração e eletricidade.

·        Extinguiu o AI- 5 (1978): e os demais atos institucionais.

JOÃO BAPTISTA FIGUEIREDO (1979-1985)

            Último general-presidente, tinha por tarefas dar continuidade ao lento processo de abertura política. Iniciou seu governo no momento em que crescia no País a critica política ás decisões autoritárias e centralizadoras do governo militar.

·        Aumento da pressão social e greves do ABC paulista.

·        Anistia geral para todos os exilados.

·        Fim do bipartidarismo -PDS-PMDB-PTB-PDT-PT.

·        III plano nacional de desenvolvimento: promover crescimento da renda nacional, do emprego, controlar a divida externa e combater a inflação.

·        Proálcool: substituir progressivamente o petróleo.

·        Divida externa inflação e desemprego.

·        Eleições diretas para governador (1982).

·        Emenda Dante de Oliveira direta já.

MOVIMENTO DAS DIRETAS JÁ (1985):            A partir de 1983, as oposições lançaram a campanha pelas Diretas Já. O movimento consistia em reivindicar a aprovação de um projeto de lei de autoria do deputado federal Dante de Oliveira, que preconizava a realização de eleições diretas e livres para a presidência da república. Comícios foram realizados em todo o país, as ruas tingiram-se de amarelo­­-- a cor escolhida como símbolo da campanha --- e personalidades importantes como artistas, jornalistas, intelectuais e políticos de todas as facções transformaram as Diretas Já num grito uníssono pela liberdade e pela democracia.

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