Prof.° Elisonaldo Câmara

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Mossoró/Guamaré / Pedro Avelino, Rio Grande do Norte, Brazil
Graduado em História pela UERN, Especialista em Geo-História, professor do município de Guamaré e do Estado do Rio Grande do Norte.

terça-feira, 25 de novembro de 2025

Trabalho com música.

 

Período Napoleônico.

Música original: Diana (Jerry Adriani)

Não te esqueças, por favor.

Cônsul é Napoleão.

Burguesia quem deixou

E acabou revolução.

E depois imperador, ele vai se transformar.

E aumentar o poder da França.

Homem (povo) nenhum pode comprar o inglês.

E sem vender lá vão perder prosperidade.

Mas Portugal comprou e João fugiu.

E na Rússia tanto frio ninguém viu.

Reunidos em Viena.

Monarquia vai voltar.

E acabar o poder da França.

(Repete tudo).


Agora, responda as questões.

1.   1)  Napoleão foi uma pessoa beneficiada pele Revolução Francesa? Por quê?

2.     2)Quais os setores da sociedade francesa que Napoleão representava?

3.   3)  Napoleão como vimos foi um filho da Revolução Francesa, Liberdade, Igualdade e Fraternidade, foram o lema dessa Revolução. Em sua opinião, Napoleão foi fiel a esses princípios? Justifique sua resposta baseado no assunto.

4.    4) Apresente as principais obras realizadas durante o governo de Napoleão Bonaparte na França.

5.     5)Em relação ao Bloqueio Continental, responda:

A)  a) Por que foi decretado?

B)    b) O que estabelecia?

C)    c)Qual era o seu principal objetivo?

d)Quais as razões de seu fracasso?

6.Faça uma analise da letra da música, depois redija um texto abordando sobre a era de Napoleão Bonaparte.

 

 


quarta-feira, 12 de novembro de 2025

Trabalho com Música.

 

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL.

Música: Luar do Sertão

 

PARTE I

Artesanato foi embora.

E hoje é só a indústria que vigora.

Eu sei que o povo que trabalha sempre chora de ter tanta exploração e sofrimento.

 

PARTE II

A Inglaterra foi o berço da indústria

Por que lá a burguesia começou a acumular.

O proletário já nasceu sofrendo muito.

Trabalhar de sol a sol, só para poder se alimentar.

 

REPETE PARTE I

BIS

Não sou, ô gente, oh não.

Dono dos meios de produção.

 

PARTE II

A Inglaterra foi o berço da indústria

Por que lá a burguesia começou a acumular.

O proletário já nasceu sofrendo muito.

Trabalhar de sol a sol, só para poder se alimentar.

 

PARTE I

Artesanato foi embora.

E hoje é só a indústria que vigora.

Eu sei que o povo que trabalha sempre chora de ter tanta exploração e sofrimento.

 

terça-feira, 28 de outubro de 2025

O IMPÉRIO BIZANTINO.

 


            O Império Bizantino nasceu da divisão do Império Romano. Uma das partes – o Império Romano do Ocidente – tinha como capital a cidade de Milão e depois Ravena. Na outra parte - o Império Romano do Oriente – a capital era a cidade de Constantinopla, atual cidade de Istambul, na Turquia. Quando o Império foi separado do Império Romano, o imperador romano Constantino reformou a cidade de Bizâncio que recebeu o nome de Constantinopla, essa cidade tinha posição geográfica privilegiada, pois era passagem obrigatória de importantes rotas comerciais que ligavam o Oriente ao Ocidente.

                        A localização geográfica entre Ásia e Europa, permitiu-lhe um intenso desenvolvimento comercial. Conhecida como “Porta do Oriente”, a cidade era o ponto de encontro de pessoas e mercadores de várias partes do mundo: da China vinha a seda; da Índia e do Ceilão, as famosas especiarias (cravo, pimenta-do-reino, etc); esses produtos mais as joias e as imagens religiosas fabricadas pelos bizantinos eram exportados para o Ocidente com grande lucro.

                        A organização política tinha como expressão máxima a figura do imperador, o qual, auxiliado por inúmeros funcionários, comandava o exército e liderava a Igreja, que se autodenominava ORTODOXA. O imperador era, portanto, muito poderoso e considerado um representante de Deus na terra, chegando mesmo a ser retratado com uma auréola em torno da cabeça. Como a Igreja local estivesse subordinada a sua autoridade, foi havendo um afastamento cada vez maior em relação à Igreja ocidental, que obedecia ao papa. Mais tarde, esses laços foram rompidos definitivamente, existindo até hoje a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa.

A religião no Império Bizantino era a cristã, e os bizantinos vivam intensamente o cristianismo. As festas oficiais, como a coroação de um imperador, tinham sempre caráter religioso. O aniversário das pessoas era comemorado duas vezes ao ano: no dia de seu nascimento e no dia do santo cujo seu nome a pessoa adotou. Quem faltasse à missa três domingos seguidos eram expulsos da Igreja.

                        No Império Bizantino, os ícones (imagens de Cristo, da Virgem e dos Santos) eram muito populares e serviam como estímulo a devoção. Os principais fabricantes de ícones eram os monges, que enriqueciam com essa atividade. Incomodado com o poder crescente dos monges, em 746 o imperador bizantino proibiu a veneração de imagens religiosas. A sociedade bizantina, então, dividiu-se entre os que eram a favor dos ícones e os que eram contrários a eles. O imperador e seus seguidores passaram a ser chamados de iconoclastas (aqueles que são contrários à veneração de ícones, imagens, ou que os destroem).           Atingidos pela proibição imperial, os monges encabeçaram várias revoltas populares contra o Império. O Imperador, por sua vez, passou a perseguir os monges e mandou destruir vários de seus mosteiros. O papa Gregório III interveio na disputa excomungando (expulsando da Igreja) os iconoclastas. Depois de vários conflitos, a imperatriz bizantina Irene liberou o culto às imagens, diminuindo, assim, as tensões.

 

CISMA DO ORIENTE. Conforme o cristianismo bizantino foi se expandindo, as divergências entre o patriarca de Constantinopla e o papa foram aumentando. Os patriarcas se consideravam dirigentes supremos da cristandade e rejeitavam, portanto, a autoridade do papa. Este, por sua vez, não abria mão de seu poder. As relações entre os patriarcas e o papa pioraram a tal ponto que, em 1054, ocorreu o rompimento: a Igreja cristã dividiu-se em duas – a Igreja Católica Apostólica Romana, chefiada pelo papa, e a Igreja Cristã Ortodoxa Grega, dirigida pelo patriarca. Essa divisão ficou conhecida como Cisma do Oriente e perdura até os dias de hoje.

No governo do imperador Justiniano (527 a 565) e sua esposa, Teodora, o Império Bizantino chegou ao seu apogeu. A Igreja de Santa Sofia, construída no governo desse imperador, é hoje um documento do poder e da riqueza dos bizantinos daquele tempo.

            Apesar de se considerar um porta-voz de Deus, Justiniano procurou dar ao seu governo uma base legal. Para tanto, encarregou juristas de reunir e atualizar as principais leis romanas. Esse trabalho resultou no Código Justiniano. Essa obra extensa está na base de vários códigos civis atuais, inclusive o do Brasil.

                        Além disso, Justiniano empenhou-se em restabelecer a unidade do antigo Império Romano, reconquistando as terras perdidas para os germanos. Os exércitos bizantinos empreenderam, então, várias campanhas militares, por meio das quais conquistaram parte do norte da África, o sul da Espanha e a Península Itálica.

            Essas conquistas, no entanto, custaram caro aos bizantinos. Para cobrir os gastos com a guerra, o imperador foi aumentando cada vez mais os impostos, o que provocou forte descontentamento e várias revoltas populares.

                        O Império Bizantino começou a declinar no século XI, sob o peso dos enormes gastos militares para defender suas fronteiras, ameaçadas por diferentes povos. Depois de sucessivos ataques, em 1453 os turcos otomanos conquistaram Constantinopla com balas de canhão, armamento moderníssimo naquela época. Era o fim do Império Bizantino.




A principal construção da cidade de Constantinopla era a catedral de Santa Sofia, erguida por Justiniano entre 531 e 537. Em sua construção trabalharam cerca de 10 mil homens. As paredes da catedral estavam recobertas por mármore e mosaicos que encantavam os visitantes por sua beleza e esplendor. A parte central da igreja era coroada com uma enorme cúpula de 65 metros de altura e 31 metros de diâmetro.

            Depois da conquista de Constantinopla pelos turcos, no ano de 1453, a catedral da Santa Sofia foi transformada em uma mesquita e receberam os minaretes, torres típicas das mesquitas muçulmanas. Após a Primeira Guerra Mundial, no século XX. Santa Sofia foi transformada em museu.

terça-feira, 21 de outubro de 2025

A origem e história do Distrito de Baixa do Meio.

 

Foto aérea de Baixa do Meio.

Baixa do Meio é uma comunidade que serve de marco divisório entre dois municípios ligados por muitos anos de história, aspectos econômicos e geográficos. Separados pela rodovia federal a BR 406. De um lado Pedro Avelino do outro Guamaré. Os registros oficiais da IFOCS (empresa federal de obras contra a seca) data de 26 de outubro de 1935 o inicio do povoamento da comunidade.

Já era conhecido pelos comerciantes ou comboios que ali passavam transportando Sal e peixes, que usavam a estrada que ligava Lages e Pedro Avelino as praias de Guamaré. A IFOCS teve um papel muito importante na vida dos moradores de Baixa do Meio, por que através da iniciativa de trazer água para essa região, foi que atraiu um grande número de pessoas.

Segundo relatos de moradores, o nome deriva-se pela sua posição geográfica, visto que se localizava entre o município de Baixa Verde, hoje João Câmara e a localidade de Baixa do Feijão, atualmente um assentamento rural conhecido como Umarizeiro. Portanto, deu-se o nome de Baixa do Meio.

Baseado em registros históricos, os antigos moradores dessa região eram: Manoel Ribeiro, Sandoval Mendes, Antônio Epifânio, José de Paiva, Chico Regina, Antônio Constantino, Manoel Teixeira, Francisca Martins, Miguel Camilo que formaram a árvore genealógica da comunidade.

Os moradores de Baixa do Meio vivem basicamente da agricultura de subsistência e pecuária. Outros são comerciantes varejistas e atacadistas. Também os que trabalham na RPCC (Refinaria Clara Camarão), e em empresas que prestam serviços a Guamaré, parte são funcionários públicos municipais. E os demais são trabalhadores autônomos.

Atualmente o distrito de Baixa do Meio apresenta um crescimento demográfico expressivo, migrantes populacionais de diversas regiões do Estado do Rio Grande do Norte e de outras regiões do Brasil, se deslocam para o distrito atraído pelas oportunidades econômicas ofertadas pelo Polo Industrial da 3R Petroleum (Refinaria Clara Camarão) e os recursos arrecadados pelo poder público municipal.

Mas apesar desse crescimento populacional com uma estrutura física e habitacional de uma pequena cidade do nordeste brasileiro, o distrito apresenta graves problemas de serviços, infraestrutura e principalmente relacionados às questões sociais.     

Fonte: Blog Portal Baixa do Meio\ Google\ adaptação Elisonaldo Câmara.

      

terça-feira, 14 de outubro de 2025

O caminho para a paz.

 

                                           Fonte: Amóz Os, escritor israelense.

’Os palestinos estão na Palestina porque é sua terra, e a única terra natal do povo palestino {...}. Os judeus israelenses estão em Israel porque não há nenhum outro país no mundo a que os judeus, como povo, poderiam chamar seu lar. Como individuados, sim, mas não como povo, não como nação. Os judeus foram expulsos da Europa, exatamente da mesma forma que os palestinos foram inicialmente expulsos da Palestina e, em seguida dos países árabes.

Os palestinos tentaram, involuntariamente, viver em outros países árabes. Foram rejeitados, às vezes até humilhados e perseguidos, pela chamada família árabe. Tomaram conhecimento, da maneira mais dolorosa, pois não eram desejados como os outros países do mundo árabe.    

O que precisamos é de um compromisso doloroso. Porque ambos os povos amam o país, porque judeus israelenses e árabes palestinos tem raízes históricas e emocionais profundas e diferentes. Se há algo a esperar, isso é um divórcio justo e razoável entre Israel e Palestina. E os divórcios nunca são felizes, mesmo quando são justos.

Muito inconveniente, mas melhor do que o inferno vivo que todos estão enfrentando agora naquele país amado. Palestinos que são diariamente oprimidos, assediados, humilhados, que passam privações por causa do cruel governo militar israelense.

O povo israelense, que é diariamente aterrorizado por ataques terroristas impiedosos e indiscriminados contra civis, homens, crianças etc. Qualquer coisa é preferível a isto! Sim, um divórcio razoável’’ 

 


terça-feira, 23 de setembro de 2025

ATIVIDADE FILME: GUERRA DE CANUDOS.

 




O filme A Guerra de Canudos, dirigido por Sérgio Rezende e produzido por Mariza Leão, é uma superprodução brasileira filmada na região onde se passaram os fatos. Foi lançado em 1997, 100 anos após essa guerra, que causou a destruição do povoado. O filme pode ser encontrado em vídeo, distribuído pela Columbia Trisar Home Vídeo, tem duração de 180 minutos e foi exibido também na televisão como minissérie. O objetivo do filme é retratar a Guerra de Canudos, mas é bom lembrar que se trata da versão do diretor sobre os acontecimentos, apresentados segundo sua opinião.

Procure observar o seguinte:

Época e local dos acontecimentos;

Período da História do Brasil a que corresponde e quem governava o país na época;

Condições de vida e problemas enfrentados pela população do sertão nordestino na época e o que fazia para sobreviver;

Quem tomava as decisões nas famílias do sertão nordestino;

Segundo uma personagem do filme, o fotógrafo e jornalista Pedro Martins, quem era considerado cidadão naquela época;

Quem foi Antônio Conselheiro e quais eram suas ideias (o que defendia, o que combatia, por que, como definia o regime republicano e por que as pessoas o seguiam);

Quando, como, onde e por quem foi fundado o povoado de Belo Monte ou arraial de Canudos;

O que Antônio Conselheiro propôs a seus seguidores ao fundar Canudos;

Como eram as casas e as condições de vida em Belo Monte;

O que era produzido em Belo Monte e para quem ficavam os produtos;

O que aconteceu com muitos povoados do Nordeste após a fundação de Belo Monte;

Como Antônio Conselheiro arrecadava dinheiro e mantimentos;

Por quem e quantas vezes os moradores de Belo Monte foram atacados;

Armas e modo que os moradores de Belo Monte usaram para enfrentar o primeiro ataque;

Armas e modo que os moradores de Belo Monte usaram para enfrentar outros ataques, o que os motivava a lutar e a quem atribuíam a culpa pela guerra;

Como a população de Belo Monte era considerada pelos de fora;

Como Conselheiro se referia aos soldados do Exército;

Modo como o Exército pretendia tomar Belo Monte na quarta ofensiva, modo como os soldados do Exército eram recrutados, quantos eram, problemas que enfrentavam e opinião que tinham sobre os sertanejos;

Como a imprensa relatava ao país os acontecimentos de Canudos e por que acontecia isso;

Sentimentos que Antônio Conselheiro despertava nas pessoas e por que isso acontecia;

Modo como eram feitos os registros dos acontecimentos da guerra;

Suspeitas de corrupção levantadas a respeito do abastecimento das tropas do Exército;

Por que o jornalista foi enviado à frente de batalha, opinião que tinha sobre os sertanejos e soldados do Exército e por que foi retirado da região;

Mensagem do presidente da República às tropas do Exército;

Tempo de duração da última batalha;

O que aconteceu com o povoado de Belo Monte e sua população em outubro de 1897;

Quem criticou a atuação do comandante das tropas do Exército e por que criticou.

 

Tente fazer sua análise pessoal a respeito dos acontecimentos e do filme:

 

Em sua opinião, por que o presidente enviou uma mensagem aos soldados e o que pretendia com isso?

Dê exemplos a respeito de como o fanatismo religioso estava presente na vida da população de Canudos.

Em sua opinião, por que havia o fanatismo religioso?

 

 

 


terça-feira, 16 de setembro de 2025

Atividade História dos Hebreus.

 

Com

Complete os espaços com a história dos Hebreus.

  A principal fonte histórica para o estudo do povo hebreu são os cinco primeiros livros da Bíblia, chamados ______________ pelo povo judeu e _______________ pelos cristãos.         Segundo a __________________, Abraão era um velho pastor nômade que vivia na ____________ com sua família. Um dia __________________ o chamou e mandou que ele partisse dali com todos os membros do seu grupo e bens e fossem à procura de uma terra onde houvesse pastagens melhores para o seu rebanho. Então, Abraão partiu para a _______________, também chamada de “Terra de ____________”, em busca da Terra Prometida. Uma vez estabelecidos nessa terra, os hebreus continuaram como pastores, organizados em grupos familiares, chefiados por _____________. Os primeiros foram ____________________, seu filho _________________ e o filho deste, ____________. O patriarca Jacó teve seu nome mudado para ____________________, então seus descendentes passaram a ser chamados de _____________________. Eram os anciãos. _______________.   Também conhecida como os Dez Mandamentos. _____________.  Episódio lembrado pelos judeus durante a Páscoa e corresponde à fuga dos hebreus do Egito. ___________.  Dispersão dos hebreus após a expulsão de Jerusalém. ___________.   Rei dos hebreus que construiu o famoso Templo de Jerusalém. __________.

terça-feira, 9 de setembro de 2025

A Confederação do Equador 1824.

 


            Com a transferência da Corte portuguesa para sua mais próspera colônia, em 1808, transformou cidade do Rio de Janeiro no centro das decisões políticas, administrativas, econômicas e sede do Império Português. A nova capital do governo Português, passou a receber impostos vindos das outras regiões do Brasil e a desfrutar de todas as vantagens do sistema colonial. Se antes os brasileiros repudiavam o autoritarismo colonialista lusitano, o controle exercido por Lisboa, agora era a supremacia do Rio de janeiro que causava indignação.

Na região Norte (que hoje engloba os Estados do Nordeste), o ressentimento com a corte era enorme. As cidades de lá não viam vantagem em mandar tanto dinheiro para o Sul. Entre as taxas, havia uma destinada a financiar a iluminação das ruas da capital do governo lusitano no Brasil. Não é surpresa que ela tenha se tornado o grande símbolo da exploração.

 Entre 1817 e 1824, a província de Pernambuco foi cenário de rebeliões e revoltas contra o poder absolutista e colonialista de Portugal.  Manteve-se em estado de rebeldia constante, tornando-se um grande obstáculo do rei português Dom João VI e, depois, do imperador brasileiro dom Pedro I. Após a independência, conquistada em 1822, o Brasil precisava de novas leis. Em 1823, foi convocada uma Assembleia Nacional Constituinte, que se reuniu no Rio de Janeiro. Mas, em 12 de novembro, dom Pedro I ordenou seu fechamento. Os temores haviam se concretizado: o imperador não estava muito a fim de dividir seu poder. Na província de Pernambuco, a reação veio rápida e, em 13 de dezembro, as câmaras municipais de Recife e Olinda elegeram uma junta de governo.

À frente dela estava Manuel de Carvalho. Veterano da Revolução de 1817, ele havia se refugiado nos Estados Unidos, onde se encantara com o grau de autonomia dos estados. Era isso o que muitos pernambucanos queriam para o Brasil. Mas, em 25 de março de 1824, o imperador outorgou ao país uma nova Constituição. No texto, um dos principais artigos era a criação do Poder Moderador, que conferia ao Imperador do Brasil D. Pedro I, amplos poderes em relação aos demais e estava acima do povo e de qualquer instituição. E era ele, claro, quem deveria escolher os presidentes das províncias.

Para província de Pernambuco, o imperador nomeou José Carlos Mayrink. Em meio à agitação na província, entretanto, o escolhido não teve coragem de assumir. Dom Pedro I mandou uma esquadra bloquear o porto de Recife enquanto o poder não fosse passado a Mayrink. Os pernambucanos continuaram irredutíveis até que, em junho, a frota teve de voltar ao Rio por causa de uma suposta ameaça de invasão portuguesa.

Com o fim do bloqueio, Manuel de Carvalho propôs que as províncias do norte se unissem para formar um país independente. Em 2 de julho de 1824, nascia a Confederação do Equador, inspirada nas ideias iluministas da independência dos Estados Unidos e na Revolução Francesa, influenciados pela Maçonaria propondo a criação de uma república separatista. Um dos membros mais destacados do movimento foi Joaquim do Amor Divino Rabelo, mais conhecido como Frei Caneca. Com sua influência religiosa, ele conseguiu o apoio de Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba, que aderiram à Confederação. Em pouco tempo, as notícias sobre o levante no Brasil chegavam no exterior.

Nem todas as grandes nações da época haviam reconhecido a autoridade de dom Pedro I e a revolta não ajudava em nada a diplomacia. O governo imperial do Brasil contraiu empréstimos aos bancos ingleses e contratou vários mercenários estrangeiros para sufocar os rebeldes pernambucanos.

Em agosto, tropas imperiais desembarcaram em Alagoas e de lá foram para o Recife e contaram com os senhores de engenho que ajudaram a derrubar os rebeldes. A Confederação foi extinta em 29 de novembro. Manuel de Carvalho foi poupado e fugiu para a Inglaterra, enquanto outros líderes da insurreição foram executados. No Rio de Janeiro, a Corte respirava aliviada com a manutenção de seu poder sobre todo o país. Mas vivia com medo dos pernambucanos.


segunda-feira, 1 de setembro de 2025

O montim das mulheres.

 

Quadro do artista Isaías Medeiros retrata o episódio do Motim das Mulheres — Foto: Coleção de Isaías Medeiros. Fonte: Portal G1.


Armadas com pedras, facas, panelas e utensílios domésticos, cerca de 300 mulheres de Mossoró, no Rio Grande do Norte, foram às ruas da cidade, destruíram os editais que estavam pregados nas portas da igreja matriz e depredaram a sede do jornal local. Conhecido como Motim das Mulheres, o episódio ocorrido há 150 anos, em 30 de agosto de 1875, tinha um alvo e uma causa.

O alvo era o decreto imperial promulgado naquele ano que regulamentava o recrutamento militar tanto para o Exército quanto para a Marinha. A causa era o pavor que o alistamento causava nas mulheres, depois que muitas delas ficaram viúvas ou perderam seus filhos na Guerra do Paraguai, sangrento conflito ocorrido em 1864 e 1870.

A própria legislação, na verdade, também era uma resposta — tardia — às cicatrizes deixadas pelo conflito bélico. A experiência, afinal, deixou claro que o Brasil não tinha uma organização militar pronta para eventuais guerras. Assim, regulamentar o alistamento militar de jovens era uma maneira de garantir que o país tivesse contingente treinado e apto para campos de batalha.

"O motim foi um movimento, uma revolta das mulheres contra a obrigatoriedade do alistamento militar", contextualiza à BBC News Brasil o escritor e pesquisador Geraldo Maia do Nascimento, autor de, entre outros, Mossoró na Trilha da História. Nascimento conta que, àquela altura, a lei servia para substituir os milhares de mortos na guerra.

Na opinião pública, havia quem pensasse até que o Brasil estivesse a ponto de começar novas batalhas contra o Paraguai. De forma geral, a lei foi mal recebida. "Gerou uma insatisfação muito grande. A obrigatoriedade dos jovens a se alistarem foi mal interpretada", comenta Nascimento.

No livro Notas e Documentos para a História de Mossoró, o historiador Luís da Câmara Cascudo (1898-1986) ressalta que aquele ano foi "politicamente, uma fase de intensa vibração partidária", por conta do decreto que era parte de um esforço para "organizar" o Ministério da Guerra.

"No dia marcado, estavam umas 300 mulheres reunidas em Mossoró, porque as próprias Evas dos arrabaldes haviam aderido ao motim", afirmou o depoente. O grupo partiu em cortejo até a Igreja de Santa Luzia, local que vinha sendo utilizado para o alistamento. "Aí foram rasgados os editais pregados nas portas da igreja e despedaçados vários livros", descreveu.

Em seguida, as mulheres foram até um ponto em que havia um grupo de policiais encaminhados para "dominar a sedição". Houve então tumulto, com luta entre solados e mulheres. "Como era natural, foram várias as feridas, tendo a interferência de pessoas gradas da localidade evitado mais funestas consequências", afirmou.

Em ofício emitido pelo juiz de direito da cidade ao então presidente da Província, em 4 de setembro, o episódio também é relatado. Segundo o texto, não seriam 300, mas "um grupo de 50 a 100 mulheres mal aconselhadas por seus maridos e parentes" as que fizeram o motim, reduzindo a pedaços "no meio da rua" os "papéis relativos ao alistamento".

Para o artista plástico e pesquisador Isaías Medeiros, que produziu várias imagens alusivas ao episódio, o que mais chama a atenção do movimento "é a força feminina da organização, a coragem dessas mulheres de enfrentar com a força do braço" o poder instituído.

 

 

Essas mulheres rasgaram os editais na porta da igreja e seguiram para o jornal [O Mossoroense, que circulou entre 1872 e 2015], na redação onde estavam sendo produzidos os editais do alistamento. Invadiram o jornal e rasgaram os editais", narra ele.

Arquivista do Museu Histórico Lauro da Escóssia, em Mossoró, Deoclecio Evaristo de Oliveira Júnior define o motim como "um protesto de várias mães que lutaram pelo direito de seus filhos de não participarem de uma guerra".

De acordo com verbete do Dicionário Mulheres do Brasil, organizado por Schuma Schumaher e Erico Vital Brazil, a líder Ana Floriano ficou conhecida assim porque era casada com Floriano da Rocha Nogueira — seu nome verdadeiro era Ana Rodrigues Braga.

Todas as participantes [do motim organizado por ela] eram mães de família respeitáveis, e a cidade ficou chocada com suas ações", diz o verbete.

"Juntamente com Ana, mais duas mulheres, Maria Filgueira, casada com um capitão, e Joaquina de Sousa, ajudavam a organizar o movimento. À exceção de Maria Filgueira, todas as mulheres aparecem nos relatos como Ana de Tal ou Joaquina de Tal", ressalta o texto.

O protesto das mulheres acabou se resumindo ao dia em si. "Após o episódio, todas voltaram para suas casas", diz o verbete do Dicionário.

 


quarta-feira, 13 de agosto de 2025

Os modos de vida dos primeiros grupos humanos.

 

A espécie humana surgiu na África há milhares de anos. Os seres humanos migraram para diferentes partes do mundo. Os primeiros grupos humanos eram caçadores e coletores e tinham um modo de vida nômade. Os homens viviam em pequenos bandos; caçavam e pescavam e também colhiam frutos. Fabricavam instrumentos de osso ou de pedra lascada e abrigavam-se em cavernas ou choças A domesticação do fogo transformou o modo de vida dos primeiros grupos humanos.

Os hominídeos evoluíram e suas formas físicas já não eram como a dos primatas, tendo desenvolvido os polegares e a locomoção em duas pernas. Esse período também é caracterizado pela sedentarizarão dos grupos humanos, com a criação de casas e pequenas aldeias.

Paleolítico é marcado pelas condições rústicas em que os hominídeos sobreviviam. Primeiramente, essa sobrevivência dependia da caça de animais e da coleta de frutos e raízes na natureza. Esse estilo de vida baseado na caça pesca e coleta significa que o homem era nômade, isto é, mudava-se sempre de lugar.

 

As principais características anatômicas dos hominídeos foram: postura ereta, locomoção bípede no solo, em substituição à braquiação (deslocamento com os braços, de galho em galho), capacidade craniana superior à de outras famílias aparentadas e dentes pequenos, com caninos não especializados.

Os Australopitecos representaram os primeiros hominídeos. Viveram na África do sul e oriental, entre 4 a 2 milhões de anos atrás. Os Australopithecus afarensis são os hominídeos mais conhecidos, devido a grande quantidade de fósseis encontrados. 

 

Principais períodos da Pré- História.

 

Ø  Paleolítico = nesse período, os humanos se desenvolveram muito, pois nesses milhões de anos eles conseguiram fabricar o primeiro instrumento de pedra lascada. Esse fato foi importante, pois eles sobreviviam apenas da caça e da coleta de frutos.

Ø  Neolítico = nesse período, os humanos já se desenvolveram ainda mais: seus instrumentos de caça era a pedra polida. Este período também foi marcada pela sedentarizarão do homem devido a descoberta da agricultura e a criação de animais.

Ø  Idade dos Metais = nesse período, os humanos conseguiam fabricar instrumento de metal.

 


terça-feira, 22 de julho de 2025

A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL (1914-1918).

Antecedentes: A Primeira Guerra Mundial foi um conflito que ocorreu entre 1914 e 1918, do qual tomaram parte vários países da Europa e Estados Unidos. O imperialismo e a forte industrialização havia levado a Europa, entre 1870 e 1914, a um momento de euforia econômica denominado Belle Époque. Confiantes no progresso, os países europeus acreditavam ter chegado ao topo da civilização. Porém, este otimismo escondia grandes tensões.

 Causas: Podemos destacar várias causas que levaram ao conflito. O nacionalismo separava diversos países europeus e criava um clima de tensão e hostilidade. Esta tensão se acentuou com a corrida armamentista, ou seja, a disputa pela fabricação de armas potentes. Isto acentuou a apreensão e o medo na Europa. O imperialismo também levou algumas regiões da Europa a grandes divergências, pois países como Alemanha e Itália disputavam territórios coloniais com outros países, como Inglaterra e França. A França e Alemanha tinham outras rivalidades. A França havia perdido, no final do século XIX, a região de Alsácia- Lorena para a Alemanha, durante a Guerra Franco-Prussiana. Isto acabou despertando o revanchismo francês. Devido a este clima tenso e as grandes diferenças no continente europeu, foi criada uma política de alianças, que agrupou os países em dois blocos principais.

 Política de Alianças: A hostilidade entre as nações acabou dando origem a dois grandes blocos de países, a Tríplice Aliança e a Tríplice Entente. A Tríplice Aliança agrupava a Áustria- Hungria, a Alemanha e a Itália. Por sua vez, a Tríplice Entente agrupava a Rússia, a Inglaterra e a França. O clima desfavorável na Europa acabou gerando uma expectativa de guerra, que ficou conhecida como paz armada. Enquanto isso, Áustria- Hungria e Alemanha defendiam o pangermanismo, ou seja, a união dos povos germânicos da Europa. Rússia e a Sérvia, por sua vez, defendia o pan-eslavismo, ou seja, a união dos povos eslavos na Europa. Estas ambições acabaram levando à morte o arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do trono austro-húngaro. Sua morte pode ser considerada causa imediata da guerra.

 Morte do arquiduque: As ambições territoriais da Áustria- Hungria levaram este país a conquistar a Bósnia, disputada também pela Sérvia. O arquiduque Francisco Ferdinando, que estava em visita oficial a Sarajevo, capital da Bósnia, foi assassinado enquanto desfilava em um carro aberto pelas ruas da cidade. As investigações levaram ao criminoso, um jovem integrante de um grupo sérvio denominado mão Negra, contrário à influência da Áustria- Hungria na região dos Balcãs. A Áustria-Hungria não aceitou as medidas tomadas pelo governo sérvio com relação ao crime. Em 28 de julho de 1914, a Sérvia foi invadida pelo exército austro-húngaro. Em 29 de julho, a Rússia, que era aliada da Sérvia, resolve mobilizar seus exércitos. Em resposta, a Alemanha declara guerra à Rússia. Estava formado o cenário que levaria a Europa à Primeira Guerra Mundial.

 Etapas da guerra: A primeira etapa da guerra, em 1914, foi caracterizada pela movimentação de grandes exércitos. As vitórias e derrotas de ambos os lados demonstraram o equilíbrio de forças. Na segunda etapa, entre 1915 e 1916, o equilíbrio de forças resultou em uma guerra de trincheiras, em que o território era disputado palmo a palmo. Em 23 de maio de 1915, a Itália rompeu com a Alemanha e entrou na guerra ao lado da França e da Inglaterra. Enfim, na terceira etapa, entre 1917 e 1918, ocorreram dois acontecimentos importantes. A Rússia saiu da guerra devido a uma revolução que instalou um regime socialista naquele país, a chamada Revolução Russa. Outro acontecimento importante foi à entrada dos Estados Unidos no conflito ao lado da Tríplice Entente, fortalecendo as posições dos inimigos da Alemanha e contribuindo para o fim da guerra. Em 1918, derrotadas, a Áustria- Hungria e a Alemanha foram obrigadas a assinar o armistício, ou seja, o acordo pelo fim definitivo da guerra.

 Consequências: A guerra gerou, aproximadamente, 10 milhões de mortos, arrasou campos agrícolas, destruiu indústrias e disseminou a Gripe Espanhola pelo mundo inteiro. Além disso, os combates introduziram novas tecnologias militares, como armas de gás, tanques e aviões. Os Estados Unidos se beneficiou com a guerra. O país lucrou com os juros dos empréstimos de ajuda aos países devastados. Assim, se tornou uma grande potência mundial. As mulheres começaram a conquistar maior parcela no mercado de trabalho. Enquanto os homens lutavam nas trincheiras, elas trabalhavam nas indústrias bélicas e outros setores. Temendo um novo conflito, as nações vencedoras obrigaram as nações derrotadas a assinar uma série de tratados.

 Tratado de Versalhes: O Tratado de Versalhes foi um conjunto de medidas impostas pelas nações vencedoras à Alemanha, em especial. Por este tratado, a Alemanha foi responsabilizada pela guerra e obrigada a aceitar uma série de punições. Ela teve que ceder parte de seu território e colônias a países como França, Inglaterra e Bélgica. Além disso, foi proibida de rearmar o seu exército e teve que entregar material bélico e pagar uma grande indenização aos vencedores. O Tratado de Versalhes foi um dos fatores que conduziu a Europa à Segunda Guerra Mundial, entre 1939 e 1945.

terça-feira, 15 de julho de 2025

ATIVIDADE AVALIATIVA DE HISTÓRIA.

 

A REVOLUÇÃO RUSSA- 1917.

ALUNO (a):                                                                                            SÉRIE:      TURMA:

 

DISCIPLINA – HISTÓRIA. PROFº ELISONALDO CÂMARA.          DATA:

 

 Antecedentes (causas) da revolução: Rússia Czarista, economia atrasada (baseada em 80% agricultura), pobreza e miséria no campo. - Péssima distribuição de renda = desigualdade social, - Governo absolutista do Czar Nicolau II. - Domingo Sangrento: repressão do czar ao movimento popular (1905). Formação dos sovietes (organização de trabalhadores russos) sob a liderança de Lênin. Os bolcheviques começavam a preparar a revolução socialista na Rússia e a queda da monarquia; Rússia na 1ª Guerra- Faltavam alimentos na Rússia czarista, empregos para os trabalhadores, salários dignos e democracia. Mesmo assim, Nicolau II jogou a Rússia na Primeira Guerra Mundial causando fracasso, prejuízos, insatisfação popular, greves, motins e manifestações. - O Czar Nicolau cai em 1917.  Revolução de Outubro de 1917 Lênin no poder da Rússia – implantação do socialismo e do PC / Lema:  “ paz, terra, pão ” e “todo poder aos sovietes” (todo poder aos trabalhadores); Consequências da revolução Russa: implantação do sistema econômico socialista, divisão de terras, fábricas controladas por operários, bancos nacionalizados, saída da Primeira Guerra Mundial, formação da URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas), emergência como potência econômica e militar,  - Melhorias nas condições de vida. - Falta de democracia e repressão do PC (Partido Comunista). Símbolos da Revolução Russa: bandeira vermelha com a foice e o martelo (partido dos trabalhadores comunistas).

 

1. Complete as lacunas e preencha a cruzadinha acima:

 

1. Czar era o título dado ao ________________________________ do Império Russo.

 

2- A ________________________________ foi uma das principais causas da revolução

 

3- A economia do Império Russo antes da revolução era baseada na _______________.

 

4- O tipo de governo, no Império Russo, antes da revolução era uma monarquia ____________________.

 

5- O episódio de repressão popular onde o Czar mandou matar o povo ficou conhecido como __________________________________.

 

6- ___________________________________ era uma organização dos trabalhadores russos (primeiros sindicatos)

 

7- __________________________ foi o líder da revolução socialista no Império Russo.

 

8- Um dos objetivos da revolução socialista era acabar com a _____________________ na Rússia.

9- Quando o Império Russo entrou na 1ª guerra Mundial, faltava tudo: comida, emprego, e principalmente a __________________________.

 

10- O lema da Revolução Socialista foi __________________________________.

 

11- Com a Revolução foi implantado o Partido único na URSS, o ___________________.

 

12- O _____________________ era um sistema econômico de oposição ao capitalismo.

 

13- Com o lema de ‘todo poder aos sovietes’, a Rússia foi o único país da história que teve (por um período) os _________________________________________ no poder.

 

14- Com a revolução o Império Russo passou a se chamar ______________________.

2. Numere (1) para características do Socialismo e (2) para características do Capitalismo.

[  ] Fábricas controladas por operários. [  ] Meios de produções estatais.

[  ] Bancos privados.                              [  ] Objetivo é o bem comum.                                  

[  ] Símbolo foice e martelo.                  [  ] Bancos estatais.     

[  ] terras particulares.                            [  ] Objetivo é o lucro.

[  ] Fábricas controladas pelos patrões. [  ] Concorrência comercial.

 

3. O Império Russo, às vésperas do movimento revolucionário de 1917, apresentava particularidades, políticas, econômicas e sociais que se tornariam fatores de sua própria destruição. Com base nessas informações, analise  e dê como resposta alternativa dos itens corretos.

I- Império russo compunha uma sociedade heterogênea, formada por povos de diversas etnias, com línguas e tradições diferentes, no qual eram vitimas de uma forte repressão cultural do governo czarista.

II- O governo era uma monarquia absolutista, apoiada pela nobreza proprietária de terras e pela Igreja Ortodoxa Russa.

III- A economia baseava-se na agricultura, sendo que o processo de industrialização iniciado na metade do século XIX deu-se graças a afluxo de capitais estrangeiros e estatais.

IV- A divulgação de concepções comunistas na Rússia influenciadas principalmente por filósofos  como Voltaire e Montesquieu, favoreceu o surgimento de partidos contrários ao regime czarista

a) (  ) somente a I, II estão corretas.

b) (  ) somente II, III estão corretas.

c) (  ) somente III, IV estão corretas.

d) (  ) somente I, II, III estão corretas. 

terça-feira, 8 de julho de 2025

Cyberbullying: O bullying virtual.

Cyberbullying é um tipo de violência praticada contra alguém através da internet ou de outras tecnologias relacionadas. Praticar cyberbullying significa usar o espaço virtual para intimidar e hostilizar uma pessoa (colega de escola, professores ou mesmo desconhecidos), difamando, insultando ou atacando covardemente. O termo é formado a partir da junção das palavras “cyber”, palavra de origem inglesa e que é associada a todo o tipo de comunicação virtual usando mídias digitais, como a internet, e bullying que é o ato de intimidar ou humilhar uma pessoa. Assim, a pessoa que comete esse tipo de ato é conhecida como cyberbullying.

O bullying é um problema bastante conhecido atualmente. Ele se caracteriza pela agressão psicológica que alguém sofre, devido à intolerância de certos grupos às pessoas que não se encaixam em certo padrão. Atualmente, esse problema tem tomado uma maior dimensão, pois com o advento da tecnologia essas agressões saíram do aspecto real e se intensificaram no plano virtual, acarretando muitas vezes em consequências.

O cyberbullying é mais fácil para os agressores, porque podem fazê-lo de forma anônima nas diversas redes sociais, através de e-mails ou de torpedos com conteúdo ofensivos e caluniosos. Por meio de leis anti- cyberbullying, que atualmente vigoram, os agressores anônimos podem ser descobertos e processados por calúnia e difamação, sendo obrigados a indenizar a vítima. Consequências do cyberbullying.

As pessoas agredidas pelo cyberbullying apresentam sintomas bastante similares com os do bullying, como: distúrbio do sono, problemas de estômago, transtornos alimentares, irritabilidade, depressão, transtornos de ansiedade, dor de cabeça, falta de apetite, pensamentos destrutivos, como desejo de morrer, entre outros.

  

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