Prof.° Elisonaldo Câmara
- História em Foco
- Mossoró/Guamaré / Pedro Avelino, Rio Grande do Norte, Brazil
- Graduado em História pela UERN, Especialista em Geo-História, professor do município de Guamaré e do Estado do Rio Grande do Norte.
quarta-feira, 29 de julho de 2020
HISTÓRIA EM FOCO.: Minha história no isolamento social do ano em curso.
Minha história no isolamento social do ano em curso.
O
ano letivo de 2020 começou prometendo ser um ano de grandes mudanças,
transformações e avanços no ensino - aprendizagem, mas a partir do mês de
março, o mundo foi surpreendido por um inimigo invisível, um vírus que os
cientistas denominaram de Covid 19. Que está provocando uma pandemia global.
Obrigou as pessoas a viverem em isolamento social, como medida de prevenção
para não saturar o sistema público e privado de saúde no Brasil e no mundo, os
governos pulicaram decretos suspendendo as atividades escolares presenciais.
Fomos obrigados a mudar nossa rotina diária e atividades escolares, inseridos
em uma nova modalidade de ensino, o remoto-virtual, utilizando as novas
tecnologias digitais da informação e comunicação.
Objetivando
fazer um levantamento sobre as adaptações dos alunos durante o período do
isolamento social e do ensino remoto, vamos responder um questionário auto avaliativo sobre as
condições socias, educacionais, físicas, mentais econômicas e de relacionamento
pessoal provocado pela pandemia do Covid19. Os alunos deverão responder de
forma individual e correta pessoalmente os questionamentos a baixos
selecionados.
1. Minhas
expectativas para 2020. Quando iniciou o ano todos nós fizemos nossas metas, o
que você tinha como metas para esse ano? Cite pelo menos 3.
2.Quando iniciou a
quarentena, quais foram os seus primeiros sentimentos?
3.Como tem sido teu
isolamento social nesses meses? Tem sido total, parcial ou nenhum? Em casa,
família, amigos.... Conte como está sendo.
4.Como está sendo o
contato com os amigos? E a participação das redes sociais, internet?
5.Acompanha as notícias
sobre a pandemia? Quais fontes de informação, como TV, em sites, redes sociais?
6. Escreva sobre 3 coisas
que considera positivo e 3 coisas negativas sobre esse período de isolamento
social.
7.O que você aprendeu
para sua vida nesse período de isolamento social? Você vai sair da pandemia
mais solidário ou individualista? Explique.
8.Como você está
enfrentando esse período em relação às aulas remotas? Como está sendo seu
acesso à internet e a utilização das novas tecnologias digitais da informação e
comunicação? Elabore um breve texto sobre sua rotina nas aulas remotas-
virtuais deixando sua opinião sobre o ensino remoto e possíveis sugestões.
segunda-feira, 13 de julho de 2020
HISTÓRIA EM FOCO.: Povos Pré- Colombianos :OS INCAS.
Povos Pré- Colombianos :OS INCAS.
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Império Inca teve início por volta do ano 1200, eram conhecidos como os filhos do sol. sucederam, na região das Cordilheiras dos Andes, grupos de tribos que habitavam a região como os waris, tiahuanacos e chimus.No século XIII (13), os incas conquistaram Cuzco e travaram lutas contra tribos vizinhas. No século XV(16) os incas conquistaram e definiram seu território onde hoje encontram-se os países do Chile, Peru, Bolívia e Equador. Em 1525, o trono foi ocupado por Atahualpa. Este imperador acabaria sendo capturado e executado pelo conquistador espanhol Francisco Pizarro.
Classes
sociais.
Religião.
Politeístas, os incas acreditavam
existir forças do bem e do mal. O sol e as chuvas eram consideradas coisas
boas, forças positivas, deuses bons, pois faziam bem ao homem; já a seca, a guerra
ou as tempestades, eram consideradas forças do mal. Realizavam sacrifícios
humanos e de animais dedicados aos deuses, para agradecer uma boa colheita,
para aplacar a ira de determinado deus ou simplesmente sacrificavam
os vencidos nas batalhas para comemorar a vitória e como tributo à dominação.
Arquitetura.
Certamente a maior contribuição dos
incas foi no campo arquitetônico. Não apenas em seus grandiosos templos, mas
também suas cidades, estradas e plantações. Na arquitetura, desenvolveram
várias construções de enormes blocos de pedras encaixados, como templos, casas
e palácios. A cidade de Macchu Picchu (Matchu Pitchu) foi descoberta somente em
1911 e revelou toda a eficiente estrutura urbana inca.
A
VIDA COTIDIANA DAS CRIANÇAS INCAS.
Ao nascer, a criança inca era lavada com água fria, enrolada em uma manta e colocada em uma cova feita no chão. A chegada de uma criança inca era comemorada, pois era vista como uma futura força de trabalho. Quando completava 1 ano de vida, esperava-se que essa criança engatinhasse ou andasse. Aos 2 anos de vida, os cabelos da criança eram cortados, simbolizando o fim da infância. A partir daí, as crianças deveriam ajudar nas tarefas de casa e eram severamente castigadas caso se portassem mal. Aos 14 anos, os meninos eram vestidos com uma tanga e declarados adultos.Na sociedade inca, as escolas recebiam somente os filhos dos nobres. Aprendia-se sobre as leis, a arte da guerra, a religião. As crianças também estavam submetidas a castigos e exercícios físicos pesados. As crianças das camadas populares eram educadas pelos próprios pais, aprendendo a exercer o ofício dos pais.
quarta-feira, 1 de julho de 2020
A Peste Negra e o Coronavírus: semelhanças e diferenças.
No
início do século XIV a China vivenciou uma epidemia mortal de peste bubônica. A
peste ocorre em virtude de um bacilo, presente no organismo dos ratos e que é
repassado aos homens pelas pulgas. Assim que as primeiras pessoas são atingidas
pela peste, a enfermidade se dissemina com grande rapidez. Os sintomas dessa
doença são a febre alta, a inflamação das glândulas linfáticas (chamadas
popularmente de bubões), manchas na pele (vermelhas inicialmente e que depois
se tornam negras). O nome da doença, Peste Bubônica, tem relação direta com a
inflamação dos gânglios linfáticos e o seu nome deriva justamente da expressão
Bubão. Situações de subnutrição e desnutrição ou de qualquer outra doença no
organismo de uma pessoa infectada tornam a possibilidade de sobrevivência a
peste praticamente impossível.
A
população da China, do século XIV, reduziu consideravelmente, passando de 125
milhões de pessoas para 90 milhões. Como a China era uma das mais importantes
nações comerciais do mundo naquele período, a doença migrou através de navios
mercantes para a Europa. Eles retornavam da Ásia, em direção as cidades
italianas, pelo Mar Negro, uma das principais rotas comerciais que ligavam a Europa
e diversos produtos originados da Índia, China, Arábia, entre outros. Quando os
navios atracaram na Itália, não demorou muito para que a doença se espalhasse
pelas cidades da região e na zona rural. Apavorados muitos habitantes das
regiões infectadas fugiram de suas cidades, vilas, aldeias e feudos. Não sabiam
tais pessoas que a contaminação de um único ser entre todos eles fazia com que
a peste os acompanhasse por onde fossem. (...)A quantidade de corpos crescia
nas casas abandonadas e não lhes era dada nem mesmo a possibilidade de um
enterro. O resultado da epidemia era tão devastador que o escritor italiano
Boccaccio chegou a dizer que as vítimas frequentemente “almoçavam com os amigos
e jantavam com seus ancestrais”. Quando a doença atingiu a Inglaterra, ela
passou a ser chamada de Peste Negra, devido as manchas que apareciam na pele
dos enfermos. Para piorar, a medicina do período medieval não tinha
instrumentos e remédios adequados para realizar o combate contra a praga. (...)
Depois de 5 anos, aproximadamente 25 milhões de pessoas haviam morrido. Isso
equivalia, a um terço da população europeia. A morte de um número tão grande de
pessoas, na Europa provocou consequências sérias que afetaram a vida local por
alguns séculos. Faltavam trabalhadores para a realização do trabalho no campo,
e os impostos não reduziram. Isso motivou os camponeses a violentas revoltas
que aconteceram em vários países, como a Itália, a França e a Inglaterra.
Nas
cidades faltavam pessoas para trabalhar no comércio e nas oficinas de artesãos
especializados. (...) A Igreja Católica perdeu credibilidade junto aos fiéis
por conta das perdas da Peste Negra, (...) as pessoas foram estimuladas a
aderir aos movimentos que começavam a questionar a Igreja Católica. Algumas
cidades criaram formas para combater o avanço da doença, em Milão, os
representantes do poder público lacraram residências de pessoas que estavam
contaminadas para evitar o contato delas com pessoas saudáveis. Dessa forma
pretendiam que o contágio da enfermidade não acontecesse. Em Veneza foram
adotadas medidas como a quarentena e o isolamento das embarcações que chegavam
à cidade em uma ilha para evitar que novos focos da peste bubônica pudessem
surgir. Apesar de não conseguirem evitar as mortes em seus municípios, tais medidas
tornaram a quantidade de vítimas inferior ao de outras cidades da Europa que
não haviam tomado qualquer providência para combater a doença. Disponível em:
http://textosdidaticos.blogspot.com/2008/06/peste-negra.html, acessado em:
14/03/2020.
Em
31 de dezembro de 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) foi alertada sobre
vários casos de pneumonia na cidade de Wuhan, província de Hubei, na República
Popular da China. Tratava-se de uma nova cepa (tipo) de coronavírus que não
havia sido identificada antes em seres humanos. Em 11 de março de 2020, a
COVID-19 foi caracterizada pela OMS como uma pandemia. Os coronavírus são a
segunda principal causa do resfriado comum e, até as últimas décadas, raramente
causavam doenças mais graves em humanos do que o resfriado comum. Ao todo, sete
coronavírus humanos (HCoVs) já foram identificados: HCoV-229E, HCoV-OC43,
HCoV-NL63, HCoVHKU1, SARS-COV (que causa síndrome respiratória aguda grave),
MERS-COV (que causa síndrome respiratória do Oriente Médio) e o, mais recente,
novo coronavírus SARS-CoV-2. Esse novo coronavírus é responsável por causar a
doença COVID-19.
Foram confirmados, até o dia 19 de março de 2020, no mundo 209.839 casos de COVID-19 e 8.778 mortes. O Brasil confirmou 621 casos e seis mortes. O país anunciou recentemente uma série de orientações para reduzir o contágio da doença, incluindo questões relacionadas a aglomeração de pessoas, grandes eventos, pessoas que retornam de viagens internacionais, cumprimentar evitando apertos de mão e beijos, entre outras. As medidas de proteção são as mesmas utilizadas para prevenir doenças respiratórias, como: se uma pessoa tiver febre, tosse e dificuldade de respirar, deve procurar atendimento médico assim que possível e compartilhar o histórico de viagens com o profissional de saúde; lavar as mãos com água e sabão ou com desinfetantes para mãos à base de álcool; ao tossir ou espirrar, cobrir a boca e o nariz com o cotovelo flexionado ou com um lenço – em seguida, jogar fora o lenço e higienizar as mãos. Adaptado de: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6101:folha
terça-feira, 23 de junho de 2020
HISTÓRIA EM FOCO.: A História da Medicina.
A História da Medicina.
Quem nunca se viu necessitando de cuidados médicos ou do uso de medicamentos para recuperar a saúde? Mesmo aqueles mais renitentes não podem negar que uma consulta médica ajuda a tirar inúmeras dúvidas sobre a situação de nosso organismo. Não podemos imaginar como seriam nossas vidas sem a atuação desse profissional.
Já
imaginou um casal ter quer aguardar os nove meses de gestação para saber se a
criança é menino ou menina? Atualmente essa situação é quase que impossível. A
medicina, no sentido da formação de sua palavra, refere-se basicamente à arte
de curar, e sempre foi desenvolvida por agentes que se propunham a sanar os
males dos outros. Temos, assim, formas primitivas como, por exemplo, a do pajé,
que como curandeiro da tribo indígena receita e realiza procedimentos que
ultrapassam o corpo físico da pessoa. Alguns rituais são datados de
aproximadamente 10.000 anos atrás, onde já se realizavam operações para retirar
das pessoas o que lhes causavam mal, essas intervenções se chamavam trepanação
e provocavam pequenos buracos nos crânios dos indivíduos para a saída dos
espíritos que possivelmente seriam a causa de suas doenças.
A
medicina se constituiu em ciência na Grécia, com os primeiros relatos e
experimentos de Hipócrates, há mais de 2.500 anos. Naquela época acreditava-se
que os males do corpo eram consequência de um desequilíbrio dos líquidos
presentes no organismo. Com o crescimento de Roma, muitos médicos do mundo todo
se mudaram para lá a fim de desenvolver seus estudos. Porém um merece destaque,
o grego Galeno que, através da dissecação de animais, construiu um modelo
anatômico que foi empregado, a partir de então, para se estudar por comparação
o organismo humano.
No
Egito, o exercício da medicina se aperfeiçoou com uma estreita ligação com a
religião, afinal, os médicos atendiam aos Faraós, que eram considerados a
encarnação de deuses. Dessa forma, os egípcios desenvolveram várias técnicas de
tratamento de enfermidades e até emplastros feitos com vísceras de leões ou
elefantes. Graças às técnicas e trabalhos desenvolvidos por esses práticos e estudiosos,
temos a preservação dos corpos mumificados dos antigos faraós egípcios.
Durante
a Idade Média o grande desafio era vencer as imposições e as proibições da
religião que, ao propor que o corpo humano era sagrado, impedia que houvesse
dessecações e o próprio estudo das partes internas do organismo. Somente no
século XV (1401-1500) houve a autorização para realizar as primeiras
dissecações, os corpos escolhidos eram de criminosos condenados à morte. Mas
não era o bastante, alguns médicos realizavam aventuras como aguardar a
execução de uma pessoa para logo em seguida roubar seus corpos. Conta a
história que Vesalius, um médico belga, roubou um esqueleto esquecido numa
forca.
A medicina, com o fim das
imposições, se desenvolveu e, aliada à descoberta de outras ciências como a
biologia, a física, a química, além da própria sociedade em si, temos a ciência
que conhecemos atualmente.
FERREIRA, Fabricio Alves.
"A História da Medicina"; Brasil Escola. Disponível em:
https://brasilescola.uol.com.br/biologia/a-historia-medicina.htm. Acesso em 08
de junho de 2020.
terça-feira, 16 de junho de 2020
HISTÓRIA EM FOCO.: A responsabilidade social dos cientistas.
A responsabilidade social dos cientistas.
A
história social da ciência testemunha a contribuição do desenvolvimento científico
para o progresso e bem-estar da humanidade. Inúmeras descobertas conduziram a
importantes avanços tecnológicos. Paradoxalmente, em alguns momentos da
história universal recente, o uso do conhecimento científico e tecnológico foi
responsável por grandes desastres e tragédias para a humanidade, entre os quais
se destaca o lançamento de bombas atómicas em Hiroshima e Nagasaki, em 1945.
Para
o sociólogo Sérgio Adorno, coordenador da Cátedra Unesco de Educação para a
Paz, Direitos Humanos, Democracia e Tolerância, há várias questões a considerar
sobre as consequências sociais do desenvolvimento científico e tecnológico: a
aplicação da ciência para fins militares; o impacto do avanço tecnocientífico
no meio ambiente; a distribuição dos benefícios resultantes do progresso
tecnocientífico; e a difusão da ciência como problema da educação para a paz,
direitos humanos e tolerância. [...]
O
século XX assistiu a um crescimento da violência em escala jamais vista
anteriormente, com duas guerras mundiais na primeira metade do século e uma
Guerra Fria na segunda metade com conflitos localizados, mas nem por isso menos
violentos. Adorno lembra que a produção de armas químicas e biológicas, bem
como de artefatos nucleares para fins bélicos, tem ocupado permanentemente
parcela considerável da comunidade científica internacional: "A ideia
positivista de que o desenvolvimento científico e tecnológico atua sempre no
sentido de uma solução benéfica para a humanidade tem sido contestada pelos
fatos".
Novos
problemas vêm aflorando graças ao grande avanço nas ciências biológicas nas
últimas décadas. As mesmas técnicas destinadas a promover a cura e a prevenção
de enfermidades e a produção abundante de alimentos poderiam ser utilizadas
para grandes prejuízos à humanidade. Adorno considera que as discussões
bioéticas concentram-se, sobretudo nas áreas de organismos geneticamente
modificados (OGM), da biossegurança (com problemática do bioterrorismo e
enfermidades emergentes, como a gripe aviária) e no uso de células-tronco
embrionárias para fins terapêuticos.
Disponível em:
www.iea.usp.br/iea/cienciaesociedade.html. Acesso em: 25 mai. 2020.
terça-feira, 9 de junho de 2020
HISTÓRIA EM FOCO.: ARMAS DE DESTRUIÇÃO DE MASSA: BIOLÓGICAS, QUÍMICAS...
ARMAS DE DESTRUIÇÃO DE MASSA: BIOLÓGICAS, QUÍMICAS E NUCLEARES.
A
tecnologia usada hoje nas armas de guerra permite aos seres humanos
dizimar populações inteiras, silenciosamente. Não é preciso mais destruir
cidades ou causar contaminação, como aconteceu nas cidades de Hiroshima e Nagasaki,
em agosto de 1945.Depois desse lamentável episódio, outros coquetéis de
destruição, além da bomba atômica, foram testados por cientistas. A
humanidade chegou a armas químicas e biológicas. De forma bem resumida, qual é
a diferença entre elas?
Armas
biológicas são armas que transportam microrganismos vivos, bactérias e/ou
vírus para que, na hora do impacto, disseminem doenças contagiosas e dizimem
populações inteiras. Podem causar uma pandemia (doença epidêmica
amplamente difundida), porém a infraestrutura de uma cidade fica preservada.
Armas químicas são armas que transportam substâncias tóxicas irritantes
que atacam a orofaringe (uma das divisões da faringe), pele e tecidos de
animais e vegetais. Muitos destes compostos, após reação, produzem ácidos muito
fortes. Neste caso, a infraestrutura de uma cidade pode ser prejudicada e
possivelmente haverá contaminação do solo e do lençol freático.
Armas
nucleares são armas que transportam elementos radiativos que, por fissão
nuclear (quebra do núcleo atômico), liberam grande quantidade de energia,
destruindo a infraestrutura da cidade. Os efeitos radiativos alteram o código
genético do ser vivo. A bomba atômica é uma arma nuclear. Em termos de efeito
devastador, a pior entre as três armas é a biológica. No momento de sua
explosão, os microrganismos não são afetados e sua multiplicação bacteriana
e/ou viral se dá em progressão geométrica. Além disso, é difícil combater um
agente invisível.
Perseu Lúcio Alexander Helene de Paula*
Especial para o UOL – 14/07/200516h51 Acesso em: 9 jun. 2020.
segunda-feira, 1 de junho de 2020
Fazendo história: O baú do bisavô de Tereza.
Tereza
é uma menina que gosta muito de ver fotografias de família. Coleciona fotos
antigas, especialmente de sua família ou de outras que tem ligação com a sua.
Porém, uma coisa a incomodava: ela não conheceu seu bisavô, que várias vezes
era lembrado por um parente, no entanto, Tereza não tinha nenhuma foto dele.
Sabia que ele viera de Portugal e construíra família no Brasil. Além disso,
sabia pouca coisa a respeito e não tinha a fisionomia dele na memória.
Movida
pela curiosidade, perguntava a vários parentes sobre seu bisavô e não conseguia
quase nenhuma informação. Até que um dia, ao visitar um tio que morava
distante, em outro Estado ficou sabendo algumas informações sobre seu bisavô. Começaram
a conversar sobre sua família, e soube que ele (seu tio), sendo o mais novo dos
filhos, havia ficado com um bauzinho deixado por sua mãe. Nesse baú, havia
pequenos objetos, documentos e anotações de seu bisavô.
Nessa
hora, seus olhos brilharam como nunca, e ela não quis saber de outra coisa a
não ser abrir o baú e esclarecer uma série de dúvidas acerca do seu bisavô. Seu
tio buscou o baú, e sem cerimônia o abriu, mas, com o cuidado necessário para
não danificar o conteúdo de objetos guardados com carinho há tantos anos.
Tereza,
com permissão do tio, retirava item por item do baú e procurava entender,
ajudada pelo seu tio, o significado do que ia encontrando. Colocou tudo em cima
de uma mesa para analisar o conjunto dos objetos e conhecer melhor a vida de
alguém que para ela fora muito importante, o seu bisavô. A lista de materiais
era muito grande, mas o suficiente para ampliar seu conhecimento em grande
escala e deixar abertas muitas portas para a investigação e curiosidade.
quarta-feira, 13 de maio de 2020
HISTÓRIA EM FOCO.: ATIVIDADE GRANDES EPIDEMAIS AO LONGO DA HISTÓRIA.
ATIVIDADE GRANDES EPIDEMAIS AO LONGO DA HISTÓRIA.
Atualmente,
a humanidade vive um momento de alarde e extrema preocupação devido à epidemia
mundial do Corona Vírus, ou Covid-19.
Ainda em estudo, profissionais de várias áreas científicas estudam meios de
combater e vencer essa pandemia. Apesar de ser a “nossa luta atual”, ao longo
da História da Humanidade outras epidemias também se alastraram, deixando suas
consequências para as gerações posteriores e para nós, seres humanos atuais,
estudarmos e aprendermos com os erros do passado para pensar em um futuro ainda
mais próspero. Entre no
link https://super.abril.com.br/saude/as-grandes-epidemias-ao-longo-da-historia/.
É a página da revista Super. Interessante, cuja matéria
intitulada AS GRANDES EPIDEMIAS AO LONGO DA HISTÓRIA, lançada no dia
16/03/2020, conta um pouco para nós das pandemias enfrentadas pela humanidade
ao longo do tempo. Com base nas informações contidas nessa matéria, preencha a
tabela abaixo com importantes informações que você encontrará ao longo da sua
leitura.
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Região (onde ocorreu?) |
Período (quando
ocorreu?) |
Número de mortos |
História |
Contaminação |
Sintomas |
Tratamento |
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Peste Negra |
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Cólera |
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Tuberculose |
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Varíola |
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Gripe Espanhola |
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Tifo |
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Febre Amarela |
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Sarampo |
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Malária |
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Aids (HIV) |
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segunda-feira, 27 de abril de 2020
HISTÓRIA EM FOCO.: Somos todos Idade Média,
Somos todos Idade Média,
terça-feira, 21 de abril de 2020
HISTÓRIA EM FOCO.: Conheça algumas curiosidades sobre Tiradentes.
Conheça algumas curiosidades sobre Tiradentes.
Hoje, 21 de abril, celebramos o dia de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. Em homenagem a esse importante brasileiro que lutou e perdeu a vida tentando libertar o país do domínio colonial de Portugal. Vamos fazer uma postagem diferente sobre o tema. Ao invés de relembrar sua história, vamos tentar desvendar alguns mitos e verdades, com a ajuda de historiadores, coisas curiosas que você não sabia sobre esse herói nacional.
- v Depois de ser enforcado, no dia 21 de abril de 1792, seu corpo foi esquartejado. Sua cabeça foi levada para Vila Rica, em Minas Gerais, e exposta em um poste, em praça pública. O mais interessante (e sinistro) é que três dias depois ela foi roubada e nunca mais foi encontrada.
v Apesar de ficar conhecido como dentista, Tiradentes também foi tropeiro, minerador, engenheiro e militar. Ele chegou até a ser segundo-tenente da Sexta Companhia de Dragões de Minas Gerais.
v Outra informação curiosa sobre suas habilidades profissionais está na contradição de seu apelido. Apesar de ser conhecido no mundo pelo nome de Tiradentes, Joaquim José da Silva Xavier odiava arrancar os dentes das pessoas. “Ele já era um dentista a frente do seu tempo. Naquela época era comum extrair um dente por qualquer motivo, mas Tiradentes não concordava com isso. Dizem que ele procurava várias formas de fazer as pessoas manterem seus dentes originais”
v Apesar de ter tido dois filhos, Tiradentes nunca se casou. Ele teve João, com a mulata Eugênia Joaquina da Silva e Joaquina, com Antônia Maria do Espírito Santo. A única vez que se apaixonou de verdade já tinha 40 anos e foi por uma menina de 15, que já estava prometida para outro homem. O romance, claro, não vingou.
v Apesar de ter morrido heroicamente e por uma causa nobre, isso só foi realmente reconhecido anos depois. A data de seu enforcamento só virou feriado em nacional em 1890, 98 anos depois da sua morte. Durante a época Imperial, seu nome não podia ser citado por ninguém por causa das suas ideias antimonárquica e iluministas.
v Como Tiradentes foi condenado por Inconfidência (traição à coroa), os sinos da igreja da cidade não poderiam tocar durante sua execução. “No entanto, diz a história, que no momento de seu enforcamento, o sino badalou cinco vezes”.
v Depois da sua execução, a casa de Tiradentes em Vila Rica foi queimada, jogaram sal grosso no chão para que nunca mais crescesse nada naquelas terras e seus parentes foram todos condenados infames.
v Durante sua vida, Tiradentes também se dedicou a projetos que visavam melhorias para a sua cidade como a construção de um moinho e alguns armazéns e a implementação de serviços de barcas de transportes para passageiros. Tiradentes era realmente um homem preocupado com o povo.
v Tiradentes é o único brasileiro que teve sua data de morte transformada em feriado nacional.
Autor: Professor de história João Ribeiro Netto. Fonte: Portal Terra. Adaptação: Elisonaldo Câmara.





